CS20EXPO, INDICATIVO ESPECIAL/DIPLOMA COMEMORATIVO DOS 20 ANOS DA REALIZAÇÃO DA EXPO98

191 x carregado & 152 x vizualizado

A REP – Rede dos Emissores Portugueses, vai mais uma vez organizar uma atividade conjunta envolvendo vários Radioamadores Portugueses.

A estação com o indicativo especial CS20EXPO vai estar ativa em várias bandas e modos no período de 07/06/2018 a 13/06/2018. Tem por objetivo a comemoração dos 20 anos da realização da EXPO98. QSL via CT1REP.

É emitido Diploma cada estação de Radioamador que contactar em 5 bandas com a estação CS20EXPO,
As aplicações do pedido Diploma devem conter os dados do QSO efetuado, tal como indicativo estação contactada, frequência ou banda, data, hora (UTC). Os Diplomas serão enviados em PDF por email.
Data limite para envio do pedido, dia 31 de dezembro de 2018.
Endereço de email para envio dos logs/aplicações : rep-concursos@rep.pt

Operadores: CT1END, CT1IUA, CT1EJB, CT4HA, CR7APD, CT2ISX, CT1EHX e CT1FOQ.

Na época a REP teve ativas as estações especiais CT98REP e CT98EXPO e propusemos junto da ANACOM que os Radioamadores Nacionais a facilidade de utilização dos prefixos CT98, CS98, CQ98 e CU??/98, sem qualquer encargo financeiro e sem qualquer burocracia. Comemorar a efectivação em Lisboa da Exposição Mundial EXPO98, tendo como motivo celebrar “Os Oceanos” no ano declarado pelas Nações Unidas, como Ano Internacional dos Oceanos.

Cronologia  

1989

A Comissão Executiva da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses foi mandatada para apresentar 
ao Governo um memorando sobre a possível realização de uma exposição Internacional em Lisboa, em 1998.

No final do ano foi formalizada a candidatura de Portugal junto do Bureau International des Expositions (BIE), com sede em 
Paris, através de carta assinada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros.
1990

Constituição do Grupo de Trabalho para a Exposição Internacional de Lisboa de 1998, presidido por António Mega Ferreira. 
Em reunião o Grupo aprova, por unanimidade, o tema “O mar, os oceanos”.

No final do prazo para a apresentação de candidaturas alternativas, a cidade canadiana de Toronto formalizou a sua proposta.
  
1991

Em conferência de imprensa foi anunciada a localização para a exposição: na zona oriental de Lisboa, delimitada a jusante 
pela Doca dos Olivais e a montante pela Estação de Tratamentos de Resíduos Sólidos.
Em fevereiro foi criada a Comissão de Promoção da Exposição Internacional de 1998.
No final do ano a missão de inquérito do BIE deslocou-se a Lisboa.
  
1992

A Assembleia Geral do BIE deliberou que a capital portuguesa seria o palco da exposição (23 votos a favor contra 18 
atribuídos a Toronto).
  
1993

O projeto entrou numa fase rápida de planeamento e desenvolvimento, desde a estratégia de promoção internacional às campanhas
de sensibilização interna, passando pelas negociações para a desocupação da área onde iria decorrer a exposição.

Constituição do Comissariado e da empresa Parque EXPO ’98, S.A., responsável por lançar e executar o empreendimento.

Aprovação do plano geral de urbanização de uma área de 330 ha, no qual ficaria o recinto da exposição, então projetado para 
50 ha, e lançamento, no âmbito da UNESCO, da ideia de proclamar 1998 Ano Internacional dos Oceanos.
1994

Aprovação do plano de conteúdos do recinto, com os pavilhões temáticos e zonas internacionais; negociação da construção de 
módulos que seriam colocados gratuitamente à disposição dos participantes e posterior reaproveitamento pela Feira 
Internacional de Lisboa; definição do então mais moderno aquário do mundo, o Oceanário de Lisboa, cuja construção começou 
no final do ano.

ONU declarou 1998 como Ano Internacional dos Oceanos.
  
1995 e 1996

Anos de consolidação e construção. Aos poucos, o terreno, já sem as estruturas obsoletas que aí se encontravam, vai ganhando 
forma, com as Áreas Internacionais Norte e Sul, o Pavilhão de Portugal, o Pavilhão do Futuro, o Pavilhão do Conhecimento dos 
Mares, a Estação do Oriente.

Primeiras campanhas de promoção internacional e definição de novo objetivo: a participação de 100 países e organizações 
(foram 160), com alargamento do recinto.

Ao mesmo tempo que se traçaram os grandes sistemas de acesso viário, prosseguiam os trabalhos da nova linha de metropolitano, 
rumo à Exposição.

Construção, a norte do recinto, da Vila Expo, conjunto de prédios destinados a acolher os funcionários e participantes 
internacionais.
  
1997

Expectativas ultrapassadas, quanto ao número de participantes e de receitas de patrocínios.

Início da construção do Teatro Camões, Pavilhão da Realidade Virtual,  Vídeo-Estádio/Praça Sony.

Montagem dos conteúdos, aprovação do Programa do Festival dos 100 Dias, que antecedia a exposição, negociações com os 
concessionários dos restaurantes, calcetamento dos pavimentos, encomendas de arte urbana…
1998

Às 18:18 de 21 de maio, o então chefe de Estado Jorge Sampaio declarava, “com muita honra e alegria”, aberta a Exposição 
Internacional de Lisboa de 1998.

REP